Produção de uma estudante do 8º ano do CAP com base no projeto “Consumo x Consumismo” onde diversos professores trabalham um mesmo tema, mas cada um com a sua disciplina.
Com o nosso projeto “Consumo x Consumismo”, tenho agora outra visão sobre esse tema. Antes pensava que quando minha mãe falava que querer tudo o que passava na televisão era consumismo, achava que era só uma maneira de ela não me dar o que eu queria, mas agora tenho consciência do que essa palavra quer dizer.
O consumismo está virando mania. Propagandas, promoções e, principalmente, as novidades tecnológicas, estão fazendo com que as pessoas mudem seus computadores, carros, eletrodomésticos e eletroeletrônicos com mais freqüência e sem necessidade, mesmo que seu “antigo” aparelho ainda esteja em perfeito estado. Para as indústrias, lojas e grandes empresas, isso é ótimo, pois eles ganham mais dinheiro e sua marca fica cada vez mais conhecida.
Mas para as pessoas “inocentes” que se deixam levar pelas propagandas é péssimo, porque elas gastam dinheiro e podem até ficar viciadas em comprar.
Além de prejudicar, de certo modo, as pessoas, também prejudica o meio-ambiente. Resíduos de produção, propagandas (panfletos, cartazes) etc., às vezes são jogados em lugares indevidos. Mas existem locais como o SANTEC RESÍDUOS, um aterro sanitário visitado por nossa turma, que recolhe o lixo ao invés de mandá-lo para lixões. Lá é feito um tipo de tratamento com o lixo. E o PEGA, por exemplo, que é um local que faz a reciclagem do lixo.
Tudo bem que o consumismo começou com a Revolução Industrial na Inglaterra no século XVII, com o aparecimento das máquinas, e que de uns tempos pra cá vem aumentando cada vez mais com a tecnologia avançada e ótimos propagandistas.
Mas nós ainda podemos evitar sermos pegos por ele por aí, no meio da rua. Tome cuidado, não deixe que ele te pegue, pois quando pega é difícil de largar.
Texto encaminha pela professora Débora ao Grêmio Estudantil do CAP.
Produção de Flávia P. Viera, estudante do 8º ano de 2007 do CAP, juntamente a disciplina da professora Débora.
